Publicado dia 29 de julho de 2024 às 10:40 PM

O novo saber fazer negócios.

Destaque

"O mercado evoluiu, quebrou paradigmas, transformou-se em algo completamente inovador. Os clientes compraram a ideia, gostaram, aceitaram e reconfiguraram a mentalidade; ou melhor: " o mindset."

Contagiados pela nova geração, cheios de mutações e expressões alteradas pela era digital; o novo cliente se apresenta. Desta vez, decidindo o que o mercado deve ofertar e como ofertar. E entre as tendências e suas aceitações, são eles quem dão o veredito final do que deve permanecer. Seu maior algoz; a mesmice. Que em zona de conforto atreve-se sem perceber a encher-se de cartões vermelhos em um jogo que tá só começando. Ser exclusivo agora, não trata-se simplesmente de diferenciar-se ou fazer melhor; é necessário dar "match" com teu cliente.

A prospecção vem em Outbound, mas tudo é puro e breve risco sugestivo às tradições, pois a onda agora vem com o inbound, que inova e credibiliza modelos de negócios por criativas Landing Pages com suas estratégias de call to action e seus primorosos SEO bem elaborados e posicionados em meio aos gostos perdidos dos que, curiosos buscam tentarem se encontrarem. Atrair as borboletas para o jardim é o novo modelo de gestão dos resultados para se fazer mais com menos. E nestes esquemas virtuais, os clientes cada vez mais ganham visualizações e curtidas em um destino que os levará ao seu encontrado "perfil da sorte".

Nesta sopa de armadilhas, os que vierem e dela degustarem, terão aberto as portas do funil e mergulharão cabeça à dentro, tornando-se elegíveis a receberem às chuvas de newsletters, que pela rede corre disparada em seletiva informação na busca de novos negócios fecharem por pura conexão e permissão. Basta clicar!

Numa nova roupagem aonde a expressão marca se nacionaliza "Brand", o atendimento é adaptado nas estratégias e força das plataformas digitais; o cliente por suma, oferece sua total atenção e curiosidade. Mas a decisão final continua por antes, na tradicional forma da "pechincha" e dos quem "baixa" mais. E mesmo inovando nas compras direcionadas por bits e bytes, através dos modelos sugestivos das plataformas digitais como os intuitivos sites de compras, redes sociais e marketplace, que resumem experiências de compras a se darem por espontâneo e leve click, ainda assim, procuram os clientes uma forma que lhes passem mais segurança, e isso vai muito além do ebit. Entra em cena os chats e atendentes virtuais como salvadores das objeções. E se o robô não funcionar, que de prontidão esteja sua força de vendas, ou melhor; telemarketing ativo. A interação é crucial em qualquer negócio que o excesso de concorrentes seja principal ameaça na matriz fofa.

E com toda mágica que há por trás do brilho e agilidade tecnológica, clientes ainda compram qualidade, sofisticação e condição, os quais, em gostos variados, devem aprovarem e reconhecerem como por satisfeitos. E neste desenho ousado, o nosso velho coligado será sempre a nossa capacidade de nos adaptarmos, aliada a força de vontade pela inovação que não pode nos faltar. É preciso reinventar-se a todo instante para sobreviver nesta alcateia aonde lobos poderão ser devorados por águias, ou por descuido em excesso, por fake news propagadas nas redes.

Big data e data analytics que estejam bem estruturados e de prontidão, pois é entre dados e informações que agora se buscam resultados sustentáveis. O excesso vem com força bruta em troca de oportunidades, faturamentos e sustentação. Dosar o digital com o tradicional, aonde o atendimento de ponta deve ser o sistema eficaz de comunicação e transferências de informações entre empresas X clientes, é sem dúvidas o parâmetro mais fiel na conversão de resultados sustentáveis. Este é o novo saber fazer negócios.

Ramsés de Oliveira